Segurança · Conformidade
Segurança e LGPD no sistema de gestão da clínica
O SyncMed foi construído para guardar dados de saúde: cada clínica tem os seus dados isolados — inclusive na camada do próprio banco de dados —, cada pessoa da equipe acessa só o que o seu perfil permite, o login tem verificação em duas etapas e as ações sensíveis ficam registradas. Na LGPD, a clínica é a controladora dos dados dos pacientes e o SyncMed atua como operador. Esta página explica, sem jargão, como isso funciona — para donos de clínica, gestores e profissionais que respondem pelo sigilo dos pacientes.
Dado de saúde é dado pessoal sensível. Para a clínica, isso significa responder pelo sigilo do paciente e pela forma como os dados são tratados. Para o sistema, significa não depender de uma única barreira: o SyncMed combina regras na aplicação, permissões por perfil e isolamento no banco de dados, de modo que um erro em uma camada não exponha os dados de uma clínica a outra.
Segurança também é rotina de uso: quem pode ver o financeiro, quem pode ler o prontuário, quem pode responder em cada WhatsApp da clínica. Tudo isso é configurável por perfil e por pessoa.
Como funciona no SyncMed
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Isolamento por clínica
Toda informação pertence a uma clínica, e o banco de dados só devolve as linhas da clínica de quem está acessando. Uma consulta que esquecesse esse filtro não traria dados de outra clínica — traria zero linhas.
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Permissões por perfil e por pessoa
Dono, administrador, médico, enfermagem, recepção: cada perfil tem permissões por módulo, que a clínica pode ajustar, inclusive para uma pessoa específica. Há recortes por profissional, por número de WhatsApp e por etiqueta.
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Login com duas etapas
Além da senha, o acesso pede um código enviado por e-mail, com opção de lembrar o dispositivo confiável por um período.
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Registro do que foi feito
Ações sensíveis ficam registradas em auditoria, e a leitura de atendimentos do prontuário também é registrada.
O que a clínica ganha
Dados de uma clínica nunca aparecem para outra
O isolamento acontece em três camadas: filtro na aplicação, permissão por perfil e regra no banco de dados.
Cada um vê o que precisa
A recepção não precisa ver o repasse do médico; o médico não precisa ver o financeiro da clínica. A clínica decide.
Prontuário que não some
Atendimento assinado não pode ser apagado, e a guarda segue os prazos da regulação médica.
Ferramentas para a LGPD
Exportação dos dados de um paciente, anonimização de cadastro e relatório das operações de tratamento ajudam a clínica a atender os titulares.
Onde ficam os dados
O servidor principal do SyncMed fica no Brasil, em São Paulo. As cópias de segurança são criptografadas. Alguns fornecedores que apoiam a operação — como a rede de entrega e a cópia de segurança externa — podem tratar dados fora do Brasil, com as garantias descritas na Política de Privacidade, que lista quem são e para quê.
Proteções que a equipe nem percebe
Credenciais de integrações (como os tokens de conexão do WhatsApp e do Google) são guardadas cifradas. A conexão com o sistema é sempre protegida. Arquivos enviados à plataforma são verificados pelo conteúdo, e não só pela extensão: programas, macros e páginas disfarçadas de documento são recusados. E páginas de outros sites não conseguem enviar ações em nome de quem está logado.
Papéis na LGPD
Para os dados de pacientes e da operação clínica, a clínica é a controladora: decide como e para que os dados são usados. O SyncMed é o operador: trata os dados seguindo as instruções da clínica e o contrato. Para os dados de cadastro e uso da plataforma (como a conta da clínica e o faturamento da assinatura), o SyncMed é o controlador.
- Clínica: controladora dos dados de pacientes.
- SyncMed: operador desses dados.
- Integrações com Google e WhatsApp: opcionais e revogáveis.
Integrações sob controle da clínica
As integrações com Google Agenda, Google Ads e WhatsApp oficial são opcionais e podem ser desligadas a qualquer momento. Os dados obtidos delas são usados apenas para a finalidade autorizada, conforme descrito na página inicial e na Política de Privacidade.
Perguntas frequentes
Os dados de pacientes ficam isolados por clínica?
Sim. Cada clínica tem os seus dados separados, e o isolamento é aplicado também no banco de dados: uma clínica nunca acessa os dados de outra.
Quem é o controlador dos dados na LGPD?
Para os dados de pacientes, a clínica é a controladora e o SyncMed é o operador. Para os dados de cadastro e uso da plataforma, o SyncMed é o controlador.
Onde os dados ficam armazenados?
O servidor principal fica no Brasil, em São Paulo, e as cópias de segurança são criptografadas. A Política de Privacidade descreve os fornecedores que podem tratar dados fora do Brasil, como a cópia de segurança externa.
O login tem verificação em duas etapas?
Sim. Além da senha, o acesso pede um código enviado por e-mail, com opção de lembrar o dispositivo confiável.
Consigo atender um pedido de dados de um paciente?
Sim. A clínica pode exportar os dados de um paciente, anonimizar um cadastro e gerar o relatório das operações de tratamento.
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