Financeiro · Nota fiscal
NFS-e automática para clínicas, no padrão nacional
O SyncMed emite a Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) da clínica no padrão nacional, direto do lançamento financeiro do atendimento: a nota pode sair sozinha quando o pagamento é marcado como recebido, em lote para convênios e operadoras, ou com um clique no Faturamento. É feito para clínicas privadas — do consultório que emite poucas notas por mês à clínica cirúrgica que fatura para hospitais e operadoras com retenção de impostos.
Na maioria das clínicas a nota fiscal ainda é um trabalho separado: alguém abre o portal da prefeitura, copia o nome do paciente, digita o valor, escolhe o serviço e torce para não errar a alíquota. No fim do mês, aparece a nota que ficou para trás. No SyncMed a nota nasce do mesmo lançamento que já está no financeiro, com os dados do cadastro do paciente ou do tomador — sem redigitar.
A emissão segue o padrão nacional da NFS-e (a DPS, Declaração de Prestação de Serviço). O próprio sistema descobre como o seu município recebe a nota no padrão nacional e acompanha o retorno até a autorização.
Como funciona no SyncMed
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Configure uma vez
Um assistente em cinco passos cadastra os dados fiscais da clínica, o certificado digital A1, o código de serviço nacional principal (e os secundários, se houver), o regime tributário e as opções de emissão.
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Lance o atendimento
O valor entra no financeiro como sempre — avulso, parcelado, no cartão ou vindo da agenda. Cada serviço pode ter o seu código de serviço padrão.
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A nota sai
Com a emissão automática ligada, a NFS-e é enviada quando o lançamento é marcado como recebido ou quando a parcela de um plano de pagamento é paga. Também dá para emitir na hora pelo Faturamento, revisando descrição, código e retenções antes.
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O paciente recebe
Com o envio ao tomador ligado, a cópia da nota vai por e-mail para o paciente que tem e-mail no cadastro. PDF e XML ficam guardados e disponíveis no Faturamento.
O que a clínica ganha
Nenhuma nota esquecida
A nota sai do mesmo lugar onde o dinheiro é lançado. O Faturamento mostra, linha a linha, o que já tem nota, o que está em processamento e o que foi recusado — com a mensagem da prefeitura.
Uma nota por atendimento, sem duplicar
O sistema trava a emissão por lançamento: clique duplo, emissão automática e lote ao mesmo tempo não geram duas notas para o mesmo serviço. Na venda parcelada no cartão, sai uma nota só, pelo valor total.
Convênio sem planilha
Vários atendimentos e guias TISS da mesma operadora viram uma nota única, com as retenções do tomador calculadas e mostradas antes de emitir.
Menos erro de endereço e de município
O CEP do tomador é conferido com o município no momento da emissão, um dos motivos mais comuns de rejeição.
Emissão em lote: convênio e planilha
Há dois tipos de lote. No primeiro, a clínica junta vários atendimentos (ou guias TISS) de um mesmo convênio e emite uma única nota contra a operadora — o caso típico do faturamento mensal de convênio. No segundo, o "Envio em lote", cada linha vira uma nota: a equipe preenche uma grade (ou sobe uma planilha), confere, confirma e emite várias notas de uma vez. O lote cria o cadastro do paciente pelo CPF quando ele ainda não existe e completa apenas campos vazios de quem já está cadastrado — nunca sobrescreve.
Retenções de impostos na nota para pessoa jurídica
Quando o tomador é pessoa jurídica — operadora, hospital, outra clínica — a nota pode declarar ISS retido e as retenções federais (IRRF e PIS/COFINS/CSLL). O SyncMed calcula pela regra vigente na data da nota, permite configurar o piso de dispensa combinado com cada tomador e aceita informar a base e o valor que constam no demonstrativo de pagamento da operadora, quando ela apura de outro jeito. O valor retido sai do líquido do lançamento, para o caixa bater com o que de fato entra na conta.
- Retenções e bases visíveis no modal antes de emitir.
- Política de retenção salva por convênio ou por tomador.
- Clínica optante do Simples Nacional sem retenção federal indevida.
Alíquota de ISS, código de serviço e cancelamento
O código de serviço da nota é o código nacional de três níveis, e cada serviço da clínica pode ter o seu. Para a alíquota de ISS, o sistema aprende o valor praticado pelo município a partir das notas autorizadas e não emite com alíquota desconhecida — evita imprimir na nota um valor que não é o do município. O cancelamento é feito pelo próprio SyncMed, com justificativa; se a prefeitura recusar, a mensagem dela aparece na tela.
Imposto provisionado no caixa
Com a apuração ligada, cada nota autorizada gera a despesa de impostos correspondente no Caixa, com base no perfil tributário que a clínica informa (Simples Nacional ou Lucro Presumido), descontando o que o tomador já reteve. Assim a clínica enxerga o dinheiro que é dela de verdade, e não só o faturamento bruto.
Perguntas frequentes
O SyncMed emite NFS-e no padrão nacional?
Sim. A emissão é feita no padrão nacional da NFS-e (DPS). O sistema identifica como o município do prestador recebe a nota nesse padrão e acompanha o retorno até a autorização.
E se o meu município ainda não estiver no padrão nacional?
O SyncMed emite apenas no padrão nacional. Antes de contratar, fale com a gente para confirmarmos o município da clínica.
A nota pode sair automaticamente?
Sim. Com a opção ligada, a NFS-e é emitida quando o lançamento é marcado como recebido ou quando a parcela de um plano de pagamento é paga. A clínica também pode emitir manualmente ou em lote pelo Faturamento.
O paciente recebe a nota?
Sim, por e-mail, quando o envio ao tomador está ligado e o paciente tem e-mail no cadastro. A nota também fica disponível em PDF e XML no Faturamento.
Preciso de certificado digital?
Sim. A configuração pede o certificado digital A1 da clínica, que fica guardado de forma cifrada.
Dá para emitir uma nota para o convênio com vários atendimentos?
Sim. O Faturamento junta lançamentos e guias TISS do mesmo convênio em uma nota única, com as retenções do tomador calculadas antes da emissão.
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